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Oxumaré

 

SAUDAÇÃO: Aho gbogbo yi

 

COR: amarelo e preto e verde e amarelo

 

ADORNO: Ejó (cobras de metal)

 

DIA DA SEMANA: quinta-feira

 

DOMÍNIO: arco-íris

 

AXÉ: riqueza

 

KIZILA: carneiro, siri, maçã, carambola

 

OFERENDA: Omolokun (feijão fradinho com ovos cortados), 

milho branco, inhame, coco, mel, Akará

 

SACRIFÍCIO: bode, galo, cabra, tatu, ganso

 

INTRODUÇÃO

O exótico e o mistério são o seu domínio. Tudo nele é repetitivo, variando apenas as formas, como no ciclo da chuva: a água que evapora, retorna como chuva. Ou como no universo dos corpos celeste, onde a lua, o sol, a terra e os demais astros e planetas executam os seus movimentos com metodicidade harmoniosa. No ciclo "vida e morte", ele também está presente. Seu símbolo mais forte é o da cobra mordendo a própria cauda numa atitude que representa o ciclo vital: vida, morte e renascimento. A marca mais evidente de Oxumaré é o arco-íris, de quem é senhor.

 

ARQUÉTIPOS

São persistentes e pacientes, não medindo esforço para atingir seus objetivos. São generosos ou avaros, conforme a situação econômica em que se encontram. Agitados e observadores, procuram constantemente o equilíbrio e a harmonia. E sua grande forca é a eloqüência e a inteligência, armas que usam como muitas habilidades situação de ataque ou defesa.

 

LENDAS

Nanã, obcecada pela idéia de ter um filho de Oxalá, concebeu o primogênito Obaluaiyê que, por sua terrível aparência, foi desprezado por ela. Nanã consultou Ifá, e este orixá lhe disse que, numa segunda tentativa, ela daria a luz a um filho lindíssimo, tão formoso quanto o arco-íris. No entanto, preveniu-a sobre o fato que a criança jamais ficaria a seu lado.

Seu sonho parecia realizado até o momento do parto, quando deu a luz a um estranho ser que recebeu o nome de Oxumaré. Durante seis meses a criatura tomava a forma de arco-íris, cuja função era levar a água para o castelo de Oxalá, que morava em Orun (no céu). Depois de cumprida a tarefa, ele voltava a terra por outros seis meses, assumindo a forma de uma cobra. Com essa aparência, ao morder a própria cauda, dando a volta em torno da terra, ele teria gerado o movimento de rotação, bem como o transito dos astros no espaço. É um orixá que representa polaridades contrarias, como o masculino e o feminino, o bem e o mal, a chuva e o tempo bom, o dia e a noite, respectivamente, através das formas do arco-íris e serpente. É representado pela serpente Dan.

 

ERVAS LITÚRGICAS

Ìróko - Folha de Ìróko -- Monan - Parietária, brotozinho -- Bala - Taioba -- Jamin - Cajá -- Aberê-ejó - Pente de Òsúmarè -- Aferê - Mutamba -- Obô - Rama de leite -- Exibatá - Golfo redondo do monam -- Jacomijé - Jarrinha -- Tinim - Folha da neve branca, cana-de-brejo -- Peculé - Mariazinha -- Tolu-tolu – Papinho de peru.

 

 

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